Teve início às 14h desta terça-feira um dos eventos mais importantes para a Apple desde a morte de Steve Jobs, em 2010. Nas palavras do CEO da companhia, Tim Cook, que fez a abertura do evento, o dia de hoje é visto pela companhia "como um dia chave para a Apple". A empresa apresentou ao público o novo iPhone 6, que será comercializado em dois tamanhos diferentes - um de 4.7 polegadas e outro de 5.5 – e também o novo relógio inteligente iWatch.
A nova geração de smartphones traz diferentes resoluções de tela e aparelhos mais finos que os anteriores. O iPhone 6 tem display Retina HD com resolução de 1.334 x 480 pixels (720p), e 6,9mm de espessura, enquanto o iPhone 6 Plus apresenta 1.920 x 1.080 pixels (Full HD) e 7,1mm. Além disso, os dispositivos estão equipados com o novo chip A8 com suporte para sistema de 64 bits, que garante performance 25% melhor no quesito processamento. A Apple garante que o chip tem eficiência 50% superior em relação ao aparelho anterior. A capacidade de processamentos gráficos, também segundo a empresa, ficou 84 vezes mais rápida. O chip M8 continua nos aparelhos para ajudar nas funções de acelerômentro e giroscópio.
Para o novo iPhone 6 Plus, a tela agora apresenta o formato paisagem, o que não era encontrado em nenhum dos modelos anteriores. Os mais de 1,3 milhão de aplicativos para iPhone vão se ajustar automaticamente à tela, como ocorre com os apps baixados no iPad, mas que são feitos para o smartphone.
A novidade deveria ter ficado por conta do novo relógio
apresentado em grande estilo. Para a infelicidade da empresa, muitos já
esperavam o anúncio de um SmartWatch da companhia, o que não diminuiu a expectativa
para o que estava para ser anunciado.
Veja abaixo o que vem por ai.
O iPhone 6 virá em três cores: prateado, dourado e cinza. O
aparelho irá chegar no mercado americano já em setembro, com o preço inicial de
US$ 199. Ainda não há previsão de chegada nem preço no Brasil.
Aqui uma ideia da evolução
Refletir para não peder o foco do pensar:
Agora cá entre nós, o mundo parou pra ver um lançamento de
algo que a meu ver todos já sabiam, e mais, daqui a algum tempo, meses ou no
máximo 1 ano e poucos meses, virá um novo modelo megaultrablaster nos deixando
mais viciados e dependentes.
Já disse, não sou contra a tecnologia, mas cada vez mais me
assusto com a gigantesca importância que damos e o uso que fazemos dela e o que
ela revela do que somos capazes de fazer para nos manter no topo dessa vibe. Me
questiono muitas vezes se o excesso tecnológico não retira de mim a
simplicidade humana, chegando a me sentir “desumanizado” se é que é possível
deixar de ser...
Na sua opinião, estou radicalizando?



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